Mascote SIRO

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O crescimento saudável das suas plantas!

SIROSIDADES

Cravo

Cravo
 

Os Cravos ou Dianthus, são plantas de exterior pertencentes à família das Cariofiláceas. Existem muitas variedades de cravos, mas as mais conhecidas são o cravo da China ou Dianthus Chinensis, Cravo dos poetas ou Dianthus Barbatus ou o cravo da florista ou mediterrâneo (Dianthus Caryophyllus)
O nome botânico do cravo, Dianthus, provém dos termos “dios”, que significa Deus, e “anthos”, que significa flor. Portanto, este nome foi escolhido devido às caraterísticas divinas atribuídas à flor. Representava por oposição à rosa – símbolo da mulher – o homem, a masculinidade, força e coragem.


A “Flor dos Deuses” é um símbolo de entusiasmo e de graça que era usada pelos romanos para realizar coroas. Na linguagem das flores, os cravos têm um significado diferente conforme as cores que ostentam:


• O cravo vermelho, simboliza admiração e amor profundo. Foi adotado pelo estado de Ohio em 1904 para homenagear o presidente William McKinley assassinado em 1901, dado que ele sempre levava um Cravo Vermelho;
• O cravo rosa, simboliza o eterno amor de uma mãe.
• O cravo roxo, simboliza a fantasia e a criatividade.
• O cravo branco, tem vários significados. Como parte de um funeral, ele presta uma homenagem respeitosa ao falecido. Caso contrário, simboliza sorte e amor sincero.

Em muitos locais é tradição a colocação de um cravo na lapela do fato do noivo e/ou padrinhos de casamento em sinal de respeito e amor pela união. O Cravo é a segunda flor de corte mais popular depois das rosas. É também muito utilizado na cosmética e perfumaria.


Outro fator importante quando falamos da origem e história do cravo é o simbolismo que esta flor representa para Portugal. O cravo vermelho é símbolo da Revolução dos Cravos, ocorrida no dia 25 de Abril de 1974, que pôs fim ao regime ditatorial. Celeste Caeiro, que trabalhava num restaurante na baixa e no qual estava prevista uma comemoração nessa data, foi enviada pelo patrão para casa, devido à movimentação das tropas. Existindo cravos no restaurante, o patrão mando-os levar para casa. E assim Celeste fez, foi então de Metro até ao Rossio e aí recorda ter visto as "chaimites" e ter perguntado a um soldado o que era aquilo. O soldado, que já lá estava desde muito cedo, pediu-lhe um cigarro e Celeste, que não fumava, só pôde oferecer-lhe um cravo.

 

O soldado logo colocou o cravo no cano da espingarda. O gesto foi visto e imitado. No caminho, a pé, para o Largo do Carmo, Celeste foi oferecendo cravos e os soldados foram colocando esses cravos em mais canos de mais espingardas. As armas assim enfeitadas ajudavam o povo a distinguir as tropas amigas. Era mais um motivo para não fazer caso dos repetidos apelos dos capitães a que os civis permanecessem em casa, mais um motivo para vir para a rua e para confraternizar com a tropa libertadora. "Afinal, em vez de dar tiros, as espingardas tinham flores", diz Celeste Caeiro, singelamente, numa entrevista.

 

Cultivo


Os cravos, consoante as variedades, podem ser cultivados através de diferentes métodos, como sementeira (métodos prático e simples, em que as sementes não devem ficar a mais do que 0,5 cm de profundidade no solo/substrato, germinando em temperatura amena em 1 a 3 semanas); por estaquia (plantar um ramo após a floração – por ser mais comprido – em solo/substrato húmido, enterrando pelo menos um nó do ramo); por alporquia: curvar alguns ramos mais compridos no solo e colocar algum peso em cima, após algumas semanas verificar se a base do ramo enraizou e separar da planta) e por divisão (através da divisão de plantas mais velhas, que já tem vários ramos enraizados).

 

O local de sementeira/plantação deve receber sol direto durante pelo menos 4 a 6 horas por dia, essencial para o seu crescimento saudável.

 

O solo ideal para cravos deve oferecer boa drenagem, pois o excesso de água pode levar ao apodrecimento das raízes. Deve enriquecer o solo com composto orgânico para melhorar sua estrutura e fertilidade. Um pH ligeiramente alcalino ou neutro é o mais indicado para o cultivo de cravos. Podem também ser cultivados em vasos e floreiras. 
A profundidade de plantação deve ser o dobro do tamanho do vaso ou da profundidade recomendada para as sementes.

 

A primeira rega deve ser realizada logo após a sementeira ou plantação. As regas devem ser feitas pela manhã. Deve ser realizada fertilização na primavera, para promover o crescimento e floração. Não deve ser utilizada azoto em excesso.
Como manutenção dos nossos cravos, devemos remover as flores murchas e folhas danificadas, realizar uma poda leve após a primeira floração, para estimular uma segunda. Esteja atento a sinais de pragas como ácaros e pulgões e a doenças como míldio.

 

Obrigado e Boas Plantações!!!
SIRO – A natureza começa aqui

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